<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>For Fun and Profit &#187; Arch Linux</title>
	<atom:link href="http://www.angusyoung.org/tags/sistemas-operacionais/linux/arch_linux/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.angusyoung.org</link>
	<description>Um blog sobre ciência e tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Sun, 25 Oct 2009 15:41:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Benchmarks do Firefox</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2009/02/27/benchmarks-do-firefox/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2009/02/27/benchmarks-do-firefox/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 05:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.angusyoung.org/?p=269</guid>
		<description><![CDATA[Com toda essa discussão sobre benchmarks do Firefox, GCC, ICC, etc. Hoje resolvi fazer uns testes de desempenho do Firefox no Arch Linux versus Firefox no Windows.  No Arch, por não saber ao certo qual seria mais adequado, escolhi dois pacotes da AUR: firefox-optimized e firefox-pgo. Ambos foram compilados com -march=x86_64 -mtune=generic -O2 -fomit-frame-pointer -pipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com toda essa discussão sobre benchmarks do Firefox, GCC, ICC, etc. Hoje resolvi fazer uns testes de desempenho do Firefox no Arch Linux versus Firefox no Windows.  No Arch, por não saber ao certo qual seria mais adequado, escolhi dois pacotes da AUR: firefox-optimized e firefox-pgo. Ambos foram compilados com <em>-march=x86_64 -mtune=generic -O2 -fomit-frame-pointer -pipe</em> (todas essas flags estavam por PADRÃO no arquivo <em>makepkg.conf</em> do Arch).</p>
<p><span id="more-269"></span></p>
<pre><strong>pacote:  aur/firefox-optimized 3.0.6-r1</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2566.8ms +/- 5.1%
--------------------------------------------

<strong>pacote: aur/firefox-pgo 3.0.6-r1</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2458.4ms +/- 1.5%
--------------------------------------------</pre>
<p>No Windows XP, na mesma máquina, o firefox foi ligeiramente mais lento. Neste caso utilizei o Firefox baixado direto do site do Mozilla e obtive o seguinte resultado:</p>
<pre id="console"><strong>pacote: build do Mozilla</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2633.2ms +/- 1.1%
--------------------------------------------</pre>
<p>Curioso que sou, não poderia deixar de testar a versão 3.1 beta2 do Firefox. Então, baixei o beta 2 da versão 3.1 e rodei novamente os testes.</p>
<pre><strong>pacote: aur/firefox-pgo-beta 3.1b2-1</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2112.8ms +/- 1.2%
--------------------------------------------</pre>
<p>No windows, entretanto, temos uma incrível surpresa: o benchmark dá uma surra de sensacional na versão do Linux:</p>
<pre id="console"><strong>pacote: build do Mozilla
</strong>============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 1117.0ms +/- 1.5%
--------------------------------------------</pre>
<p>Como eu tinha ficado intrigado com as CFLAGS que estavam por padrão no makepkg.conf devido a suas inconsistências, resolvi configurar eu mesmo, recompilar e ver o que acontecia. Para este teste escolhi <em>-march=core2 -O2 -msse4 -pipe</em>, que é um conjunto &#8220;seguro&#8221; de opções com o GCC 4.3.3.  Após recompilar, rodei mais um teste e não houve qualquer variação significativa no resultado anterior (ficou pouco mais de 5ms mais lento).</p>
<p>A unica coisa que faltava era verificar se o <a title="TM" href="https://wiki.mozilla.org/JavaScript:TraceMonkey">TraceMonkey</a> estava habilitado e testar com ele. Após uma rápida pesquisa descobri que o TM vem habilitado por padrão para Web e que apenas a JIT para interfaces XUL/Chrome vem desabilitada.</p>
<pre id="console"><strong>pacote: aur/firefox-pgo-beta 3.1b2-1 + TraceMonkey (XUL/Chrome)</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2109.0ms +/- 1.9%
--------------------------------------------</pre>
<p>Novamente temos uma variação insignificante no desempenho. Desta forma acredito que os principais culpado possam ser o compilador GCC e o próprio código do Firefox para Linux.</p>
<p>Por fim, coisas a considerar:</p>
<ol>
<li>Meu Windows é 32 bits e meu Arch Linux é 64bits</li>
<li>O Arch Linux não é uma distribuição pra usuários leigos. Espera-se que o usuário saiba o que está fazendo (ex: não existe nada para evitar que o usuário coloque -funroll-loops -ffast-math -freetard etc).</li>
<li>O objetivo do post foi ver a diferença de desempenho entre o Firefox + PGO no Linux contra o Firefox + PGO no Windows. Gostaria de ter feito no Mac OS X, mas infelizmente só tenho Mac no laptop.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.angusyoung.org/2009/02/27/benchmarks-do-firefox/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olá Arch Linux</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/09/30/ola-arch-linux/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2008/09/30/ola-arch-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 23:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.angusyoung.org/?p=184</guid>
		<description><![CDATA[No post anterior eu contei como eu cheguei ao Gentoo, o que eu fiz e porque eu deixei ele pra trás. Hoje vou contar qual foi o caminho que eu segui &#8230; Após me frustar com o estado atual do Gentoo, eu decidi que era hora de partir para uma distribuição nova, que tivesse o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No <a href="http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/">post anterior</a> eu contei como eu cheguei ao Gentoo, o que eu fiz e porque eu<br />
deixei ele pra trás. Hoje vou contar qual foi o caminho que eu segui &#8230; </em></p>
<p>Após me frustar com o estado atual do Gentoo, eu decidi que era hora de partir para uma distribuição nova, que tivesse o mesmo espirito que o Gentoo no começo. Além disso eu queria uma distribuição que fosse rolling-releases/rolling-updates, ou seja, uma vez que a distribuição estivesse instalada, não seria mais preciso baixar CDs de atualização a cada novo release. Isso, automaticamente excluí a maioria das distribuições tradicionais: Fedora, OpenSuse, Ubuntu, Slackware, etc. Além disso eu queria uma distribuição que, assim como o Gentoo, fosse fácil de adaptar aos meus gostos (aqui, preciso deixar claro que, sim, eu tenho noção de que é perfeitamente possível fazer isso com, basicamente, qualquer distribuição). Por fim, eu também queria que a distribuição fornecesse pacotes tão atualizados quanto possível. Foi aí que eu acabei chegando no Arch Linux: uma distribuição rolling release, como o Gentoo, mas com um pequeno diferencial: ela usa pacotes binários ao invés de compilar os pacotes a partir dos fontes. Outro diferencial da distribuição é a sua documentação que é quase tão concisa e organizada quanto a do Gentoo.</p>
<p><span id="more-184"></span></p>
<p>A instalação do sistema é muito mais simples que a do Gentoo: o projeto fornece um Live-CD com um instalador em modo texto que lembra muito o do FreeBSD, o que não chega a ser supresa, já que a distribuição se baseia em muitas coisas dos *BSDs (inicialização, sistema de ports, etc). A configuração dos pacotes do sistema não chega a ser tão radical quanto a do Gentoo, em que você pode configurar praticamente qualquer aspecto do sistema. Ainda assim a configuração padrão parece ser suficiente para a maiorias casos.</p>
<p>Apesar de estar usando a distribuição por poucos dias, ela aparenta ser, pelo menos, tão estável e rápida quanto o meu antigo Gentoo. O PacMan é bastante simples e fácil de usar, embora tenha sido um pouco<br />
complicado colocar a AUR para funcionar, já que a documentação não listava claramente que um repositório externo deveria ser adicionado (uma das poucas falhas que encontrei na documentação). Outro detalhe positivo é que o processo de atualização dos repositórios e dos pacotes é consideravelmente mais rápido que o do Gentoo.</p>
<p>É óbvio, entretanto, que o Arch Linux tem alguns pontos que eu considero fracos que o Gentoo Linux, como por exemplo o gerenciamento da inicialização de serviços do Arch não aparenta tratar as dependências entre serviços e a edição da lista de serviços inicializados no boot tem que ser feita diretamente em um arquivo sem que seja possível, a primeira vista, por grupos de serviços como no Gentoo (boot, network, default, etc). Outra coisa que chega a ser confusa é que a documentação oficial da distribuição faz referência a pacotes considerados não-suportados, sem mencionar que eles residem em outros repositórios não-oficiais.</p>
<p>De modo geral eu considero que migração para o Gentoo valeu a pena, pois os poucos pontos que eu não gostei puderam ser facilmente contornados, seja com pesquisas no excelente fórum deles, seja com pesquisas na Wiki do projeto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.angusyoung.org/2008/09/30/ola-arch-linux/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adeus Gentoo</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 23:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.angusyoung.org/?p=183</guid>
		<description><![CDATA[Eu ainda me lembro muito bem, era pouco mais da metade de dezembro de 2002 e a banda larga via ADSL tinha recém acabado de chegar na minha cidade. Isso permitia que, entre outras coisas, eu pudesse passar horas e mais horas no IRC. Além disso, com a banda larga eu poderia fazer algo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ainda me lembro muito bem, era pouco mais da metade de dezembro de 2002 e a banda larga via ADSL tinha recém acabado de chegar na minha cidade. Isso permitia que, entre outras coisas, eu pudesse passar horas e mais horas no IRC. Além disso, com a banda larga eu poderia fazer algo que eu sempre gostei: baixar e testar novas versões de softwares, configurar e brincar com o sistema, etc.</p>
<p><span id="more-183"></span></p>
<p>Até então, eu costumava usar o <a title="Red Hat" href="http://www.redhat.com">Red Hat Linux</a> e embora eu estivesse satisfeito com ele, eu sentia que eu queria algo mais da minha distribuição Linux. O Red Hat nunca foi uma barreira pra que eu pudesse testar e brincar com a máquina, mas minha diversão ficava cada vez mais difícil a medida que aumentava a complexidade dos pacotes e a dependência entre eles. Estava chegando a hora de mudar de distro &#8230;</p>
<p>Após pesquisar entre algumas distribuições eu acabei escolhendo o <a title="Gentoo" href="http://www.gentoo.org">Gentoo</a>. Era uma distribuição simples, com um propósito simples: fornecer pacotes atualizados e permitir uma extensa configuração do sistema. Era a distribuição perfeita pra mim. Por volta do dia 18 de dezembro de 2002 eu fiz a minha primeira instalação do Gentoo. Foi como se um mundo completamente novo se abrisse a minha frente &#8230; e eu realmente entrei de cabeça nele: eu li toda a documentação disponível, participei nos forums e canais de IRC do projeto, ajudei a fundar um <a href="http://www.gentoobr.org">grupo de usuários</a>, escrevi incontáveis dicas e artigos sobre o Gentoo, ajudei a criar <a title="Gentoo/FBSD" href="http://www.gentoo.org/doc/en/gentoo-freebsd.xml">um dos ports alternativos do Gentoo</a> e me tornei um desenvolvedor da distribuição. De 2002 a 2006 eu estive envolvido com o GentooBR, e de 2004 a 2005 ajudei, modestamente diga-se de passagem, o projeto Gentoo.</p>
<p>Infelizmente, a vida passa, as responsabilidades aumentam e o tempo livre diminui. Aos poucos, eu fui deixando de lado meu envolvimento com o Gentoo e passei a ser apenas um usuário, um observador distante do que se passava com a distribuição e com a comunidade. O que eu não compreendia, até então, é que ali, lentamente, o Gentoo começava a morrer para mim.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o projeto perdia o rumo devido as suas turbulências internas e externas e passava a andar mais lentamente. Os pacotes já não eram mais tão atualizados e a sua qualidade não era tão alta, as inovações tinham parado no tempo e até o <a title="Site do Gentoo, 6 anos atrás" href="http://web.archive.org/web/20021201131608/www.gentoo.org/index.xml">site era o mesmo</a> de sempre.</p>
<p>Quase 6 anos tinham se passado e Gentoo estava perdendo o brilho, mais uma vez tinha chegado a hora de mudar de distribuição &#8230;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Dynamic Page Served (once) in 0.250 seconds -->
