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	<title>For Fun and Profit &#187; Linux</title>
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	<description>Um blog sobre ciência e tecnologia</description>
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		<title>Configuração de teclado BR ABNT2 no Evev</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2009/10/25/configuracao-de-teclado-br-abnt2-no-evev/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 15:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Dica de última hora para quem ficou muito tempo afastado e nunca mexeu com o evdev: para configurar o suporte a BR ABTN2 no Evev você pode fazer o seguinte: cp /usr/share/hal/fdi/policy/10osvendor/10-keymap.fdi /etc/hal/fdi/policy/ Editar as linhas de configuração do teclado. Ficará mais ou menos assim: &#60;merge key="input.xkb.layout" type="string"&#62;br&#60;/merge&#62; &#60;merge key="input.xkb.variant" type="string" /&#62; Reinicie o daemon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dica de última hora para quem ficou muito tempo afastado <img src='http://www.angusyoung.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  e nunca mexeu com o evdev: para configurar o suporte a BR ABTN2 no Evev você pode fazer o seguinte:</p>
<blockquote>
<pre>cp /usr/share/hal/fdi/policy/10osvendor/10-keymap.fdi /etc/hal/fdi/policy/</pre>
</blockquote>
<p>Editar as linhas de configuração do teclado. Ficará mais ou menos assim:</p>
<blockquote>
<pre>&lt;merge key="input.xkb.layout" type="string"&gt;br&lt;/merge&gt;
 &lt;merge key="input.xkb.variant" type="string" /&gt;</pre>
</blockquote>
<p>Reinicie o daemon do hal e pronto.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Benchmarks do Firefox</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2009/02/27/benchmarks-do-firefox/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2009/02/27/benchmarks-do-firefox/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 05:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Com toda essa discussão sobre benchmarks do Firefox, GCC, ICC, etc. Hoje resolvi fazer uns testes de desempenho do Firefox no Arch Linux versus Firefox no Windows.  No Arch, por não saber ao certo qual seria mais adequado, escolhi dois pacotes da AUR: firefox-optimized e firefox-pgo. Ambos foram compilados com -march=x86_64 -mtune=generic -O2 -fomit-frame-pointer -pipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com toda essa discussão sobre benchmarks do Firefox, GCC, ICC, etc. Hoje resolvi fazer uns testes de desempenho do Firefox no Arch Linux versus Firefox no Windows.  No Arch, por não saber ao certo qual seria mais adequado, escolhi dois pacotes da AUR: firefox-optimized e firefox-pgo. Ambos foram compilados com <em>-march=x86_64 -mtune=generic -O2 -fomit-frame-pointer -pipe</em> (todas essas flags estavam por PADRÃO no arquivo <em>makepkg.conf</em> do Arch).</p>
<p><span id="more-269"></span></p>
<pre><strong>pacote:  aur/firefox-optimized 3.0.6-r1</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2566.8ms +/- 5.1%
--------------------------------------------

<strong>pacote: aur/firefox-pgo 3.0.6-r1</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2458.4ms +/- 1.5%
--------------------------------------------</pre>
<p>No Windows XP, na mesma máquina, o firefox foi ligeiramente mais lento. Neste caso utilizei o Firefox baixado direto do site do Mozilla e obtive o seguinte resultado:</p>
<pre id="console"><strong>pacote: build do Mozilla</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2633.2ms +/- 1.1%
--------------------------------------------</pre>
<p>Curioso que sou, não poderia deixar de testar a versão 3.1 beta2 do Firefox. Então, baixei o beta 2 da versão 3.1 e rodei novamente os testes.</p>
<pre><strong>pacote: aur/firefox-pgo-beta 3.1b2-1</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2112.8ms +/- 1.2%
--------------------------------------------</pre>
<p>No windows, entretanto, temos uma incrível surpresa: o benchmark dá uma surra de sensacional na versão do Linux:</p>
<pre id="console"><strong>pacote: build do Mozilla
</strong>============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 1117.0ms +/- 1.5%
--------------------------------------------</pre>
<p>Como eu tinha ficado intrigado com as CFLAGS que estavam por padrão no makepkg.conf devido a suas inconsistências, resolvi configurar eu mesmo, recompilar e ver o que acontecia. Para este teste escolhi <em>-march=core2 -O2 -msse4 -pipe</em>, que é um conjunto &#8220;seguro&#8221; de opções com o GCC 4.3.3.  Após recompilar, rodei mais um teste e não houve qualquer variação significativa no resultado anterior (ficou pouco mais de 5ms mais lento).</p>
<p>A unica coisa que faltava era verificar se o <a title="TM" href="https://wiki.mozilla.org/JavaScript:TraceMonkey">TraceMonkey</a> estava habilitado e testar com ele. Após uma rápida pesquisa descobri que o TM vem habilitado por padrão para Web e que apenas a JIT para interfaces XUL/Chrome vem desabilitada.</p>
<pre id="console"><strong>pacote: aur/firefox-pgo-beta 3.1b2-1 + TraceMonkey (XUL/Chrome)</strong>
============================================
RESULTS (means and 95% confidence intervals)
--------------------------------------------
Total:                 2109.0ms +/- 1.9%
--------------------------------------------</pre>
<p>Novamente temos uma variação insignificante no desempenho. Desta forma acredito que os principais culpado possam ser o compilador GCC e o próprio código do Firefox para Linux.</p>
<p>Por fim, coisas a considerar:</p>
<ol>
<li>Meu Windows é 32 bits e meu Arch Linux é 64bits</li>
<li>O Arch Linux não é uma distribuição pra usuários leigos. Espera-se que o usuário saiba o que está fazendo (ex: não existe nada para evitar que o usuário coloque -funroll-loops -ffast-math -freetard etc).</li>
<li>O objetivo do post foi ver a diferença de desempenho entre o Firefox + PGO no Linux contra o Firefox + PGO no Windows. Gostaria de ter feito no Mac OS X, mas infelizmente só tenho Mac no laptop.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Olá Arch Linux</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/09/30/ola-arch-linux/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2008/09/30/ola-arch-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 23:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior eu contei como eu cheguei ao Gentoo, o que eu fiz e porque eu deixei ele pra trás. Hoje vou contar qual foi o caminho que eu segui &#8230; Após me frustar com o estado atual do Gentoo, eu decidi que era hora de partir para uma distribuição nova, que tivesse o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No <a href="http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/">post anterior</a> eu contei como eu cheguei ao Gentoo, o que eu fiz e porque eu<br />
deixei ele pra trás. Hoje vou contar qual foi o caminho que eu segui &#8230; </em></p>
<p>Após me frustar com o estado atual do Gentoo, eu decidi que era hora de partir para uma distribuição nova, que tivesse o mesmo espirito que o Gentoo no começo. Além disso eu queria uma distribuição que fosse rolling-releases/rolling-updates, ou seja, uma vez que a distribuição estivesse instalada, não seria mais preciso baixar CDs de atualização a cada novo release. Isso, automaticamente excluí a maioria das distribuições tradicionais: Fedora, OpenSuse, Ubuntu, Slackware, etc. Além disso eu queria uma distribuição que, assim como o Gentoo, fosse fácil de adaptar aos meus gostos (aqui, preciso deixar claro que, sim, eu tenho noção de que é perfeitamente possível fazer isso com, basicamente, qualquer distribuição). Por fim, eu também queria que a distribuição fornecesse pacotes tão atualizados quanto possível. Foi aí que eu acabei chegando no Arch Linux: uma distribuição rolling release, como o Gentoo, mas com um pequeno diferencial: ela usa pacotes binários ao invés de compilar os pacotes a partir dos fontes. Outro diferencial da distribuição é a sua documentação que é quase tão concisa e organizada quanto a do Gentoo.</p>
<p><span id="more-184"></span></p>
<p>A instalação do sistema é muito mais simples que a do Gentoo: o projeto fornece um Live-CD com um instalador em modo texto que lembra muito o do FreeBSD, o que não chega a ser supresa, já que a distribuição se baseia em muitas coisas dos *BSDs (inicialização, sistema de ports, etc). A configuração dos pacotes do sistema não chega a ser tão radical quanto a do Gentoo, em que você pode configurar praticamente qualquer aspecto do sistema. Ainda assim a configuração padrão parece ser suficiente para a maiorias casos.</p>
<p>Apesar de estar usando a distribuição por poucos dias, ela aparenta ser, pelo menos, tão estável e rápida quanto o meu antigo Gentoo. O PacMan é bastante simples e fácil de usar, embora tenha sido um pouco<br />
complicado colocar a AUR para funcionar, já que a documentação não listava claramente que um repositório externo deveria ser adicionado (uma das poucas falhas que encontrei na documentação). Outro detalhe positivo é que o processo de atualização dos repositórios e dos pacotes é consideravelmente mais rápido que o do Gentoo.</p>
<p>É óbvio, entretanto, que o Arch Linux tem alguns pontos que eu considero fracos que o Gentoo Linux, como por exemplo o gerenciamento da inicialização de serviços do Arch não aparenta tratar as dependências entre serviços e a edição da lista de serviços inicializados no boot tem que ser feita diretamente em um arquivo sem que seja possível, a primeira vista, por grupos de serviços como no Gentoo (boot, network, default, etc). Outra coisa que chega a ser confusa é que a documentação oficial da distribuição faz referência a pacotes considerados não-suportados, sem mencionar que eles residem em outros repositórios não-oficiais.</p>
<p>De modo geral eu considero que migração para o Gentoo valeu a pena, pois os poucos pontos que eu não gostei puderam ser facilmente contornados, seja com pesquisas no excelente fórum deles, seja com pesquisas na Wiki do projeto.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Adeus Gentoo</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2008/09/29/adeus_gentoo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 23:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu ainda me lembro muito bem, era pouco mais da metade de dezembro de 2002 e a banda larga via ADSL tinha recém acabado de chegar na minha cidade. Isso permitia que, entre outras coisas, eu pudesse passar horas e mais horas no IRC. Além disso, com a banda larga eu poderia fazer algo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ainda me lembro muito bem, era pouco mais da metade de dezembro de 2002 e a banda larga via ADSL tinha recém acabado de chegar na minha cidade. Isso permitia que, entre outras coisas, eu pudesse passar horas e mais horas no IRC. Além disso, com a banda larga eu poderia fazer algo que eu sempre gostei: baixar e testar novas versões de softwares, configurar e brincar com o sistema, etc.</p>
<p><span id="more-183"></span></p>
<p>Até então, eu costumava usar o <a title="Red Hat" href="http://www.redhat.com">Red Hat Linux</a> e embora eu estivesse satisfeito com ele, eu sentia que eu queria algo mais da minha distribuição Linux. O Red Hat nunca foi uma barreira pra que eu pudesse testar e brincar com a máquina, mas minha diversão ficava cada vez mais difícil a medida que aumentava a complexidade dos pacotes e a dependência entre eles. Estava chegando a hora de mudar de distro &#8230;</p>
<p>Após pesquisar entre algumas distribuições eu acabei escolhendo o <a title="Gentoo" href="http://www.gentoo.org">Gentoo</a>. Era uma distribuição simples, com um propósito simples: fornecer pacotes atualizados e permitir uma extensa configuração do sistema. Era a distribuição perfeita pra mim. Por volta do dia 18 de dezembro de 2002 eu fiz a minha primeira instalação do Gentoo. Foi como se um mundo completamente novo se abrisse a minha frente &#8230; e eu realmente entrei de cabeça nele: eu li toda a documentação disponível, participei nos forums e canais de IRC do projeto, ajudei a fundar um <a href="http://www.gentoobr.org">grupo de usuários</a>, escrevi incontáveis dicas e artigos sobre o Gentoo, ajudei a criar <a title="Gentoo/FBSD" href="http://www.gentoo.org/doc/en/gentoo-freebsd.xml">um dos ports alternativos do Gentoo</a> e me tornei um desenvolvedor da distribuição. De 2002 a 2006 eu estive envolvido com o GentooBR, e de 2004 a 2005 ajudei, modestamente diga-se de passagem, o projeto Gentoo.</p>
<p>Infelizmente, a vida passa, as responsabilidades aumentam e o tempo livre diminui. Aos poucos, eu fui deixando de lado meu envolvimento com o Gentoo e passei a ser apenas um usuário, um observador distante do que se passava com a distribuição e com a comunidade. O que eu não compreendia, até então, é que ali, lentamente, o Gentoo começava a morrer para mim.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o projeto perdia o rumo devido as suas turbulências internas e externas e passava a andar mais lentamente. Os pacotes já não eram mais tão atualizados e a sua qualidade não era tão alta, as inovações tinham parado no tempo e até o <a title="Site do Gentoo, 6 anos atrás" href="http://web.archive.org/web/20021201131608/www.gentoo.org/index.xml">site era o mesmo</a> de sempre.</p>
<p>Quase 6 anos tinham se passado e Gentoo estava perdendo o brilho, mais uma vez tinha chegado a hora de mudar de distribuição &#8230;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dica: compartilhando arquivos de mídia do Linux para o Xbox 360</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/06/01/dica-compartilhando-arquivos-de-midia-do-linux-para-o-xbox-360/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2008/06/01/dica-compartilhando-arquivos-de-midia-do-linux-para-o-xbox-360/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 01:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje estava procurando na internet uma alternativa melhor para compartilhar meus arquivos de mídia do Linux para o meu Xbox 360. Eu costumava usar o x360mediaserve, mas infelizmente ele só compartilhava os arquivos de música e não os de vídeo. A alternativa que eu encontrei foi o uShare. Infelizmente ele é um pouco mais complicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estava procurando na internet uma alternativa melhor para compartilhar meus arquivos de mídia do Linux para o meu Xbox 360. Eu costumava usar o <a title="x360mediaserve" href="http://sourceforge.net/projects/x360mediaserve">x360mediaserve</a>, mas infelizmente ele só compartilhava os arquivos de música e não os de vídeo. A alternativa que eu encontrei foi o <a title="uShare" href="http://ushare.geexbox.org/">uShare.</a> Infelizmente ele é um pouco mais complicado para funcionar do que o x360mediaserve (que aparentemente não está mais sendo mantido).</p>
<p><span id="more-161"></span></p>
<p>Os passos são os seguintes:</p>
<p>1) Instalar o uShare</p>
<p>Isso é varia de distribuição pra distribuição. No <a title="Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a> (e acredito que outros derivados do Debian) você pode adicionar o repositório do <a title="GeexBox" href="http://www.geexbox.org">GeexBox</a> e instalar a partir dos pacotes de lá:</p>
<pre><code>deb http://www.geexbox.org/debian/ unstable main</code></pre>
<p>Depois, para instalar:</p>
<pre><code>sudo apt-get update; sudo apt-get install ushare</code></pre>
<p>Obs.: eu não cheguei a testar essa parte já que não tenho nenhuma máquina com Ubuntu aqui, mas creio que não deva ter muitos segredos.</p>
<p>No Gentoo, você pode instalar o uShare a partir do <a title="Layman" href="http://layman.sourceforge.net/">layman</a>. Neste caso, os passos são os seguintes:</p>
<p># Caso não tenha o layman instalado<br />
emerge layman</p>
<p>Adicionar o overlay <a title="Sunrise Overlay" href="http://overlays.gentoo.org/proj/sunrise">Sunrise</a>:</p>
<pre>layman -f -a sunrise ; echo "source /usr/portage/local/layman/make.conf" &gt;&gt; /etc/make.conf</pre>
<p>Instalar o uShare:</p>
<pre>echo "media-video/ushare ~x86" &gt;&gt; /etc/portage/package.keywords
emerge ushare</pre>
<p>Para outras distribuições talvez você tenha que compilar o pacote você mesmo. Convém checar a documentação da distribuição, neste caso.</p>
<p>2) Configurar o ushare:<br />
Isto é feito através do arquivo <em>/etc/ushare.conf</em>. O arquivo tem uma sintaxe bastante simples e poucas opções. Para o Xbox 360 precisamos configurar as seguintes opções:</p>
<p>[code]# Nome do media server<br />
USHARE_NAME=servidor01</p>
<p># Interface utilizada para compartilhar os arquivos<br />
USHARE_IFACE=eth0</p>
<p># Porta para o servidor web<br />
USHARE_PORT=49153</p>
<p># Porta para conexões via telnet<br />
USHARE_TELNET_PORT=1337</p>
<p># Diretórios para compartilhar separados por vírgula<br />
# (* aqui existe um bug do uShare. Veja detalhes logo mais)<br />
USHARE_DIR=/home/usuario/arquivos/xbox360</p>
<p># Habilitar interface web?<br />
ENABLE_WEB=yes</p>
<p># Habilitar telnet?<br />
ENABLE_TELNET=yes</p>
<p># Usar modo de compatibilidade com Xbox 360<br />
# (** aqui existe outro bug do uShare. Veja detalhes logo abaixo)<br />
ENABLE_XBOX=yes</p>
<p># Usar DLNA? Só é necessário para o PlayStation 3 ...<br />
ENABLE_DLNA=no[/code]</p>
<p>3) Contornar alguns bugs do uShare</p>
<p>Como nem tudo são flores, o uShare tem alguns bugs que você vai precisar contornar.</p>
<ul>
<li><em>USHARE_DIR</em>: comentários no arquivo informam que ele suporta vários diretórios, o que não é verdade. Na minha instalação ele listou apenas o conteúdo do primeiro diretório da lista. Eu contornei o problema criando um diretório específico para compartilhar com o Xbox e adicionei os o conteúdo neste diretório através de links simbólicos para os diretórios que eu iria listar nesta opção. Deste modo, minha configuração ficou:<br />
<em>USHARE_DIR=/home/otavio/dados/x360-share</em>,</p>
<p>Listando o conteúdo do diretório:</p>
<pre>21:10 (otavio@venus) x360-share $ pwd
/home/otavio/dados/x360-share
21:10 (otavio@venus) x360-share $ ls -l
total 0
lrwxrwxrwx 1 otavio otavio 23 2008-06-01 20:27 downloads -&gt; /home/otavio/downloads/
lrwxrwxrwx 1 otavio otavio 20 2008-06-01 20:27 Movies -&gt; /home/otavio/Movies/
lrwxrwxrwx 1 otavio otavio 19 2008-06-01 20:27 Music -&gt; /home/otavio/Music/</pre>
</li>
<li>ENABLE_XBOX: aparentemente o uShare ignora o modo de compatibilidade com Xbox 360. Você pode contornar o problema passando o parâmetro &#8211;xbox quando iniciar o uShare.</li>
</ul>
<p>4) Iniciar o uShare:</p>
<pre>ushare --daemon --xbox -f /etc/ushare.conf</pre>
<p>O ushare vem com um script de inicialização, mas ele não funcionou aqui. Deste modo eu escrevi um para o Gentoo que está disponível <a href="http://www.angusyoung.org/arquivos/code/scripts/ushare/ushare-script.tar.gz">aqui</a>. Basta descompactar dentro do diretório /etc.</p>
<p>5) Caso você queira acessar a interface web, você pode faze-lo acessando o endereço: http://&lt;seu-ip&gt;/web/ushare.html. No meu caso: <a title="http://192.168.1.10:49153/web/ushare.html" href="http://192.168.1.10:49153/web/ushare.html">http://192.168.1.10:49153/web/ushare.html</a></p>
<p>6) Depois é só acessar seus arquivos a partir do Xbox, através da guia de Media no DashBoard</p>
<p><a href="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/06/imagem018.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-162" title="dashboard -&gt; media" src="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/06/imagem018-150x150.jpg" alt="Dashboard -&gt; media" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Depois acessar a opção Vídeo/Music pressionar (X) para mudar a origem dos arquivos:</p>
<p><a href="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/06/imagem019.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-163" title="Mudando a origem dos arquivos" src="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/06/imagem019-150x150.jpg" alt="Mudando a origem dos arquivos" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Agora, você já pode acessa-los:</p>
<p><a href="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/06/imagem020.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-164" title="Arquivos" src="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/06/imagem020-150x150.jpg" alt="Arquivos" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Para saber mais/fontes:</p>
<p><a title="How-To: Xbox Media Server In Linux" href="http://www.liamm.com/tech/how-toxbox-360-media-server-in-linux/">How-TO: Xbox 360 Media Server In Linux</a> (foi a principal fonte desta dica)<a title="How-To: Xbox Media Server In Linux" href="http://www.liamm.com/tech/how-toxbox-360-media-server-in-linux/"><br />
</a></p>
<p><a title="uShare" href="http://ushare.geexbox.org/">uShare Information Page</a></p>
<p><a href="http://forums.gentoo.org/viewtopic-t-464173-highlight-ushare.html">Gentoo Forums: media serving for an x360 client</a></p>
<p><a title="Gentoo Forums Search" href="http://forums.gentoo.org/search.php?mode=results&amp;sid=6ebd1a8a19e31bf8ec26f515d0e9abc0">Gentoo Forums</a></p>
<p><a title="Outros Tutoriais" href="http://www.brasil360.net/index.php?showforum=39">Forum Brasil 360: Outros Tutoriais</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Um Desktop para rivalizar com o Mac?</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/05/17/um-desktop-para-rivalizar-com-o-mac/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 18:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje eu instalei o tão esperado KDE 4, que já está por ai a algum tempo, e devo dizer que fiquei incrivelmente surpreso com ele. Os desenvolvedores conseguiram fazer um desktop polido, bonito e prático que não tem precedentes na história das GUIs open source. De maneira geral o que me impressionou foi a forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu instalei o tão esperado <a title="Projeto KDE" href="http://www.kde.org">KDE</a> 4, que já está por ai a algum tempo, e devo dizer que fiquei incrivelmente surpreso com ele. Os desenvolvedores conseguiram fazer um desktop polido, bonito e prático que não tem precedentes na história das GUIs open source.</p>
<p>De maneira geral o que me impressionou foi a forma como o deskop ficou confortável em resoluções grandes (aquelas utilizadas por monitores com 19 ou mais polegadas). Ao contrário do <a title="Projeto Gnome" href="http://www.gnome.org">Gnome</a> que parecia desajeitado na minha resolução (1680&#215;1050), o KDE se ajustou de maneira mais homogênea dando a impressão de utilizar melhor o espaço do desktop.</p>
<p><span id="more-141"></span></p>
<p>O novo menu de aplicações também está mais organizado e acessível, fazendo com que as aplicações fiquem a poucos cliques de distância da raiz do menu. Além disso ele tem a opção de adicionar aplicações a um menu de favoritos que é mostrada já no inicio do menu. No Gnome eu reproduzia um comportamento semelhante através da criação de um painel que ficava localizado na parte de baixo do desktop, conforme mostrado na figura abaixo.</p>
<p><a href="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/05/screenshot-gnome.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-138" title="screenshot-gnome" src="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/05/screenshot-gnome-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Este design, é semelhante ao do <a title="Mac OS X" href="http://www.apple.com/macosx/">Mac OS X</a>, outro dos ambientes que eu acho extremamente confortável para trabalhar. A grande diferença, entretanto que é ao contrário do Gnome, o Mac OS X, consegue integrar o menu das aplicações no seu menu do topo. Embora o KDE também não tenha essa funcionalidade, isso passa despercebido, uma vez que ele possibilita iniciar as aplicações de maneira rápida sem inundar a barra de tarefas com ícones/links para iniciar as aplicações (como no Windows e no Gnome).</p>
<p><a href="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/05/screenshot-mac.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-139" title="screenshot-mac" src="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/05/screenshot-mac-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Outro ponto forte que vale a pena ressaltar (embora este seja subjetivo) é o desempenho, já que o sistema <strong>parece</strong> ser mais rápido e responder com mais agilidade as ações do usuário.</p>
<p>É claro que nem tudo são flores, o ambiente ainda está na sua primeira versão e muitas coisas precisam ser melhoradas, embora eu ainda não tenha encontrado qualquer bug realmente chato, que me faça querer voltar para o Gnome. Alguns dos problemas que eu encontrei:</p>
<ul>
<li>Não é possível mover o widget que zoom, que fica no canto superior direito da tela.</li>
<li>É possível redimensionar a barra de tarefas de modo que ela seja menor que o ícone do do KDE.</li>
<li>A lixeira não tem nome: o ícone da lixeira aparece, no desktop, sem o nome.</li>
<li>Por algum motivo o gerenciador de janelas do Gnome está como padrão, fazendo com que eu tenha que iniciar o kwin na mão (através do <em>kwin &#8211;replace</em>) e matar o do Gnome.</li>
</ul>
<p>Agora é só esperar pela tão aguardada versão 4.1 que provavelmente irá resolver inúmeros outros problemas e dar um passo a frente na migração do framework de aplicações do KDE 3 rumo a versão 4.</p>
<p><a href="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/05/screenshot-kde4.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-140" title="screenshot-kde4" src="http://www.angusyoung.org/wp-content/uploads/2008/05/screenshot-kde4-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escrevendo um sistema de arquivos</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2008/03/05/escrevendo-um-sistema-de-arquivos/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 00:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Linux Kernel Development Sistemas Arquivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste link, existe um tutorial sobre como escrever um sistema de arquivos simples. Bastante interessante se você se interessa por desenvolvimento em baixo nível. Adicionalmente a este texto recomendo a leitura do Linux Kernel Development, escrito pelo Robert Love, engenheiro da Novel e figurinha conhecida no desenvolvimento do Linux.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste <a href="http://www.geocities.com/ravikiran_uvs/articles/rkfs.html" title="Writing a simple file system">link</a>, existe um tutorial sobre como escrever um sistema de arquivos simples. Bastante interessante se você se interessa por desenvolvimento em baixo nível. Adicionalmente a este texto recomendo a leitura do <a href="http://www.submarino.com.br/imports_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=9&amp;ProdId=445818&amp;ST=SR">Linux Kernel Development</a>, escrito pelo Robert Love, engenheiro da Novel e figurinha conhecida no desenvolvimento do Linux.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Virtualização de Pobre</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2007/10/01/virtualizacao-de-pobre/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 23:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS X]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Virtualização de pobre? Brincadeiras a parte: minha necessidade de um servidor pessoal de arquivos/máquina secundária pra desenvolvimento/máquina pra downloads aliada a minha falta de grana para comprar um monitor LCD 22&#8243; wide me levaram a essa solução aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.angusyoung.org/arquivos/imagens/blog/virtualizacao_de_pobre/virtualizacao_de_pobre.png" title="Virtualização de pobre?">Virtualização de pobre</a>? Brincadeiras a parte: minha necessidade de um servidor pessoal de arquivos/máquina secundária pra desenvolvimento/máquina pra downloads aliada a minha falta de grana para comprar um monitor LCD 22&#8243; wide me levaram a essa solução <a href="http://www.nomachine.com/" title="!M">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Intel Core Duo vs. AMD Sempron 3000+</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2007/09/30/intel-core-duo-vs-amd-sempron-3000/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 18:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dias atrás eu resolvi reformar meu velho Athlon T-Bird 950 para atender algumas necessidades pessoais. Basicamente a eu precisava de um servidor pessoal de arquivos. Queria aproveita-la, também, como uma máquina secundária de desenvolvimento. Uma máquina aonde eu pudesse portar meu projeto Open Source para o Linux. Infelizmente aquela máquina já estava &#8220;arriando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Alguns dias atrás eu resolvi reformar meu velho Athlon T-Bird 950 para atender algumas necessidades pessoais. Basicamente a eu precisava de um servidor pessoal de arquivos. Queria aproveita-la, também, como uma máquina secundária de desenvolvimento. Uma máquina aonde eu pudesse portar meu projeto Open Source para o Linux. Infelizmente aquela máquina já estava &#8220;arriando as pernas&#8221;, por assim dizer, então resolvi vender algumas peças (mobo + cpu + memória ram) e trocar por um kit Amd Sempron 3000+.</p>
<p>Como notei que a instalação do Gentoo Linux foi bastante rápida eu resolvi ver como ela se comportava fazendo algo de útil para mim, no caso, quanto tempo ela demorava pra compilar a versão atual, em desenvolvimento, da NUS Framework. Como a base de código da NUS é bastante pequena (em torno  18 mil linhas de código) a compilação é bem rápida e fazer os testes não deveria demorar muito.</p>
<p><span id="more-102"></span> Como base pra comparação resolvi utilizar o meu laptop Intel Core Duo. Todavia, é a comparação não é exatamente justa:</p>
<ul>
<li>O sistema operacional é diferente</li>
<li>A versão do compilador utilizado é diferente em ambos</li>
<li>O sempron não estava rodando o servidor X, fazendo com que a carga sobre ele seja ainda menor.</li>
<li>O MacBook estava rodando sua interface gráfica normalmente, inclusive com alguns terminais abertos conectados a Venus.</li>
</ul>
<p>Ainda assim, achei interessante publicar. Vamos as configurações de cada máquina:</p>
<p>MacBook:<br />
CPU: Intel Core Duo 1.83Ghz<br />
RAM: 512Mb DDR2<br />
SO: Mac OS X &#8220;Tiger&#8221; 10.4.10<br />
Compilador: gcc 4.0.1</p>
<p>Venus:<br />
CPU: AMD Sempron 3000+<br />
RAM: 512 Mb DDR2<br />
SO: Gentoo Linux 2007.1 (kernel 2.6.22.1)<br />
Compilador: gcc 4.1.1</p>
<p>Make (sem jobs em paralelo)<br />
[code]<br />
Macbook<br />
real    0m13.038s<br />
user    0m8.490s<br />
sys     0m3.963s</p>
<p>Venus<br />
real    0m12.194s<br />
user    0m10.892s<br />
sys     0m1.274s<br />
[/code]</p>
<p>Oops, ainda que a os testes estivessem injustos para com o MacBook, confesso que não esperava isso.  Quem já utilizou o Mac OS X sabe que existe uma quantidade considerável de programas rodando em background. Quando comparada com uma instalação limpa do Gentoo essa quantidade de programas é ainda mais relevante.</p>
<p>Make (2 jobs em paralelo)<br />
[code]<br />
make -j2<br />
MacBook<br />
real    0m8.500s<br />
user    0m8.745s<br />
sys     0m4.304s</p>
<p>Venus<br />
real    0m12.245s<br />
user    0m10.891s<br />
sys     0m1.321s<br />
[/code]</p>
<p>Quando colocamos 2 jobs em paralelo o Intel Core Duo mostra sua força reduzindo o tempo de compilação em mais de 4 segundos. Isoladamente a redução de 4 segundos pode não parecer muito, mas é uma redução em torno de 40%.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Filtrando um intervalo de texto em uma frase</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2007/09/27/filtrando-um-intervalo-de-texto-em-uma-frase/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2007/09/27/filtrando-um-intervalo-de-texto-em-uma-frase/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 15:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.angusyoung.org/2007/09/27/filtrando-um-intervalo-de-texto-em-uma-frase/</guid>
		<description><![CDATA[O problema: dada uma frase você precisa filtrar as ocorrências de caracteres numéricos dentro de um intervalo (ex.: da segunda palavra até a décima). Usando o awk isso pode ser feito da seguinte maneira: for (i = 2; i &#60; ; 10; i++) { if ( $i ~ /[[:digit:]]/) { $i = "(ignored)" } } [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O problema: dada uma frase você precisa filtrar as ocorrências de caracteres numéricos dentro de um intervalo (ex.: da segunda palavra até a décima). Usando o awk isso pode ser feito da seguinte maneira:</p>
<p><code class="prettyprint"><br />
for (i = 2; i &lt; ; 10; i++) {<br />
   if ( $i ~ /[[:digit:]]/) {<br />
      $i = "(ignored)"<br />
   }<br />
}<br />
</code></p>
<p>Obs.: é bem provável que existam maneiras mais práticas de fazer isso, mas funcionou pra mim <img src='http://www.angusyoung.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crash Different</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2007/09/23/crash-different/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 18:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS X]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu amo meu Macbook. Ainda não consigo acreditar que fiquei por muitos anos no lado negro da força. Entretanto os constantes travamentos do Firefox me fazem subir pela parede a ponto de me deixar com saudade do Gentoo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu amo meu Macbook. Ainda não consigo acreditar que fiquei por muitos anos no <a href="http://www.gentoo.org">lado</a> <a href="http://www.microsoft.com">negro</a> da <a href="http://www.freebsd.org">força</a>.  Entretanto os constantes travamentos do Firefox me fazem subir pela parede a ponto de me deixar com saudade do Gentoo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo site do GentooBR</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2007/01/13/novo-site-do-gentoobr/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2007/01/13/novo-site-do-gentoobr/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2007 23:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gentoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, o novo site do GentooBR já está no ar. Confiram!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, o novo site do GentooBR já está no ar. <a title="Gentoo Linux Brasil" href="http://www.gentoobr.org">Confiram</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pacotes RPM não-oficiais para OpenSuse 10.2</title>
		<link>http://www.angusyoung.org/2007/01/08/pacotes-rpm-nao-oficiais-para-opensuse-102/</link>
		<comments>http://www.angusyoung.org/2007/01/08/pacotes-rpm-nao-oficiais-para-opensuse-102/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2007 19:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angusyoung</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta página eu estou disponibilizando alguns patches, não oficiais, para gerar pacotes rpms para o PostgreSQL 8.2 e Bacula para o OpenSuse 10.2. Os passos para gerar os pacotes estão descritos na página. Lembre-se use por sua própria conta e risco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="RPM Packages for OpenSuse 10.2" href="http://www.angusyoung.org/pacotes-rpm-rpm-packages/">Nesta</a> página eu estou disponibilizando alguns patches, não oficiais, para gerar pacotes rpms para o PostgreSQL 8.2 e Bacula para o OpenSuse 10.2. Os passos para gerar os pacotes estão descritos na página. Lembre-se <strong>use por sua própria conta e risco</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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